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HOMEOPATIA QUÂNTICA - DR. ADALBERTO TRIPICCHIO*


Ao tempo de seu iniciador, Hahnemann, a Homeopatia era somente um sistema diagnóstico e terapêutico filosófico-experimental. Hoje, podemos dizer com segurança é científico-filosófico-experimental, pois a física quântica permitiu estruturá-la cientificamente (segundo o conceito positivista), o que era impossível à época de Hahnemann pela falta de conhecimentos e tecnologia. Assim, enquanto na alopatia seus fármacos têm ação químico-molecular, na homeopatia seus preparados têm ação físico-quântica.
A física quântica é de vital importância para o sistema terapêutico homeopático. O conhecimento dos princípios da física quântica é imprescindível para todos os que trabalham com a Energia Vital.

A física quântica trouxe uma nova visão para a maneira de como o corpo humano se estrutura e no modo como as doenças acontecem. Como uma estação de rádio que emite ondas com freqüências específicas (em MHz ou FM) e, portando informações, assim também nossas células vibram em freqüências próprias e com informações próprias.

A informação e freqüência de nossas células são determinadas pelas emoções. A alteração das freqüências modifica o seu funcionamento, levando às doenças. Com a permanente atualização em Homeopatia, já se possui tecnologia (com aparelhos e medicações) que podem regular as freqüências e normalizar o funcionamento celular.

Entretanto, não adianta curar-se uma doença se a informação que a produziu não for também corrigida. Como, pela ação da física quântica, a informação vem das emoções, a mudança e o reequilíbrio em nossa maneira de pensar e sentir, são a principal forma para a manutenção da saúde.


Medicina do Século XXI

Quando Elvis Presley morreu, os legistas descobriram nove drogas diferentes em seu corpo. Numa tentativa de evitar o constrangimento, um de seus médicos procurou tranqüilizar o público dizendo, que havia "razões médicas sólidas e racionais" para todas as nove drogas. Essa afir­mativa pode ter poupado Elvis, mas em última análise culpa a medicina convencional pela su­posição de que poderia haver "razões médicas sólidas e ra­cionais" para dar, ao mesmo tempo, nove drogas diferen­tes a um indivíduo.
Por valiosa que seja a medicina convencional, ela tam­bém tem suas limitações e seus problemas. Como em geral se prescrevem drogas convencionais pela capacidade individual de agir sobre partes específicas do corpo, segue-se que drogas diferentes podem ser prescritas para tratar simultaneamente de vários sintomas. E, naturalmente, se­gue-se também que podem ser necessárias outras drogas pa­ra controlar os efeitos colaterais de uma ou mais das dro­gas ingeridas.

A medicina homeopática oferece uma alternativa. Em vez de dar um medicamento para a dor de cabeça da pes­soa, outro para sua constipação intestinal, outro para sua irritação, e mais um para combater os efeitos de um ou mais dos me­dicamentos, o médico homeopata prescreve, a cada vez, um único medicamento, que estimula a capacidade imunológica e defensiva do indivíduo e provoca uma melhoria geral no seu estado de saúde. O procedimento pelo qual o ho­meopata descobre a substância individual precisa é a pró­pria ciência e arte da homeopatia.

A medicina, na sua melhor expressão, incorpora o método científico e a arte da cura. A medicina homeopá­tica personifica esse sistema - o que não significa que a ho­meopatia seja a cura-tudo e a palavra final a esse respeito. Embora a medicina homeopática seja um meio profundo e poderoso de estimular os processos de cura do indivíduo, ela complementa outros cuidados médicos e de saúde. A boa nutrição, o exercício, o controle do estresse, o equilíbrio mental e a assistência médica convencional eficiente, juntos, formam um sistema abrangente de cuida­dos com a saúde, que atende às variadas necessidades de nos­sa complexa sociedade.

Com o advento do século XXI surge um novo tipo de assistência médica abrangente, do qual faz parte inte­grante, várias práticas de cura natural e tratamentos médi­cos convencionais. E surge não apenas porque as pessoas percebem que esta é a alternativa racional, mas também porque esse novo tipo de assistência médica é necessário para a saúde física, mental e espiritual.


As doenças do século XXI

As doenças do século XXI, inevitavelmente, são di­ferentes das do século XX, assim como estas o foram das do século XIX. Embo­ra, sob vários aspectos, nossa saúde esteja melhorando e a perspectiva de vida seja maior do que em décadas passadas, novas doenças e estados ameaçam a qualidade de nossa vida. Já observávamos algumas mudanças significativas há dé­cadas, que pressagiavam o tipo de problemas de saúde que nos esperavam no século XXI:

1. Doenças do sistema imunológico, não apenas a AIDS, mas vários estados de sistema imunológico deficiente, atingindo proporções epidêmicas.

2. O aumento do número de pessoas portadoras de estados provocados por vírus, incuráveis através das te­rapias convencionais, e também o aumento significa­tivo do número de estados provocados por vírus recen­temente identificados.

3. Mais e mais infecções bacterianas se tornando resistentes aos antibióticos comumente usados. Assim, exigindo-se anti­bióticos cada vez mais potentes, que nem sempre conseguem curar a infecção.

4. As alergias a alimentos, a microorganismos, a substâncias comuns e a novos produtos químicos que estão se tornando mais e mais difun­didos.

5. As insuficiências crônicas que estão afetando mais fre­qüentemente as pessoas, e em idade cada vez menor.

6. Os transtornos mentais que afetam um número cada vez maior de pessoas.
Além dessas várias tendências, um dos fatos mais signi­ficativos a afetar a assistência médica é que haverá uma porcentagem cada vez maior da população acima de 65 anos de idade.

Os futurólogos, em geral, presumem que a medicina, ao longo deste século, disporá de novas e mais poderosas drogas e de vários acessórios tecnológicos inovadores.

Entretanto, eles tendem a ignorar os sérios problemas que surgem das medicações convencionais. Como a maioria das drogas tem efeitos colaterais, al­guns deles bem sérios, e como o doente em geral recebe uma receita com várias drogas ao mesmo tempo, das quais qualquer uma pode provocar efeitos colaterais ainda mais sérios, não é de surpreender que, em 50 por cento dos ca­sos, as pessoas sequer cheguem a comprar os remédios. Além disso, vários estudos indicam que, em 25 a 90 por cento dos casos, os pacientes cometem erros na adminis­tração dos medicamentos. Apesar do respeito que as pes­soas de modo geral manifestam aos seus médicos, elas parecem não ter igual confiança nos tratamentos prescritos.

A maioria dos futurólogos que escreve sobre a assis­tência médica no século XXI tende a ignorar esses sérios pro­blemas. Eles discutem novas maneiras de usar computado­res, esquadrinhadores e outras tecnologias, e só raramente descrevem muitas das terapias naturais que têm sido usadas por séculos e que têm se tornado cada vez mais populares no Ocidente.

Embora a medicina de hoje disponha de alta tecnologia, com novos procedimen­tos de diagnóstico e terapia, há uma dependên­cia significativamente maior das práticas de auto-cuidado; pro­gramas de bem-estar; regimes terapêuticos, nutritivos e de boa forma física e outras práticas curativas alternativas. Observa-se que a ciência já começou a reconhecer, e em breve integrará mais plenamente, os conceitos a respeito da influência do estado psicológico sobre vários processos fisioló­gicos. Unindo as especialidades médicas da psiquiatria, da neurologia e da medicina interna, a psiconeuroimunoendocrinologia está rapidamente se tornando um campo formalmente

reconhecido de investigação científica sobre o relacionamento entre mente e corpo. Seus praticantes tentam entender e prevenir a doença de maneira holística e científica, e atualmente estão desen­volvendo métodos para acelerar a recuperação e atingir ní­veis mais elevados de saúde.

Era de se prever para o nosso século que conceitos mais amplos de saúde abririam a ciência e a medicina a várias práticas espirituais de saúde e cura. A meditação sendo valorizada pela capacidade de induzir a estados de relaxamento e de auto e hétero-percepção mais elevadas. A imposição de mãos, feita por pessoas de várias orientações religiosas, também se tornando mais di­fundida. E a cura pela fé, que sempre foi popular, a conquis­tar a sanção da ciência e da medicina.

A me­dicina tecnológica tem se mostrado muito dispendiosa, além de ineficaz no tratamento de um grande número de enfermidades crônicas e agudas. Embora a cura de várias doenças sempre pareça estar "só a alguns passos de distância", a verdade é que as curas reais - isto é, remissão completa e definitiva da doença - com o emprego de tratamentos médicos conven­cionais, continuam ilusórias. Há um grande número de doen­ças que os médicos convencionais sequer alegam "curar", mas apenas "controlar".

As terapias médicas convencionais podem ter reduzido significativamente os efeitos prejudiciais à saúde de doenças infecciosas agudas, e realizado interven­ções heróicas para lidar com emergências médicas; entretanto, o médico da família e o especialista não conseguem tratar eficazmente de sintomas, síndromes e doenças crônicas que atingem uma grande quantidade de pessoas. Como as doenças crônicas provavelmente serão ainda mais disseminadas do que hoje, na medida do aumento da idade média da população, os métodos terapêuticos que não apenas administrem ou controlem os sintomas, mas que efetivamente os curem, precisam ser a meta da medicina e da ciência.

Também existe hoje um significativo número de pessoas cujo diagnóstico escapa aos profissionais da medicina. Essas pessoas, muitas vezes descritas como tendo doenças "não-es­pecíficas" ou "não-diferenciadas", freqüentemente não re­cebem um tratamento eficaz com as terapias convencionais. Obviamente, são necessárias abordagens de terapia e diagnós­tico, alternativas e complementares para que se possa propor­cionar uma assistência médica eficiente. A medicina homeo­pática tem esse potencial. A homeopatia muitas vezes com­plementa a assistência médica ortodoxa, e em outras ocasiões a substitui. Por proporcio­nar um sistema de diagnóstico que avalia o organismo como um todo, e não simplesmente suas partes, e por ser um sistema terapêu­tico que funciona através da estimulação do sistema imuno­lógico e defensivo do indivíduo, e não simplesmente através do controle ou supressão de sintomas, a homeopatia, inevi­tavelmente, torna-se parte integrante da assistência médica em todo o Ocidente.


O papel da Homeopatia no Século XXI

A maioria das pessoas, ainda hoje, sabe pouco ou quase nada sobre a medicina homeopática, a despeito do aumento dos médicos homeopatas na virada do século, a despeito de sua oficialização pelo Conselho Federal de Medicina brasileiro e do fato de a homeopatia ser tão popular, atualmente, no mundo todo. A medicina homeopática é um sistema farmacêutico natu­ral que utiliza microdoses de substâncias dos reinos vege­tal, mineral e animal para despertar as reações de cura na­turais de uma pessoa. A homeopatia é um método sofis­ticado de individualizar pequenas dosagens de medicamentos para dar início à reação de cura. Diferentemente das dro­gas convencionais, que agem primordialmente através de efei­tos diretos sobre os processos fisiológicos relacionados com os sintomas da pessoa, os medicamentos homeopáticos des­tinam-se a operar através da estimulação do sistema imuno­lógico e defensivo do indivíduo, o que eleva seu estado ge­ral de saúde, permitindo-lhe restabelecer a saúde e prevenir a doença.

À medida que os cientistas e o público em geral adqui­rem maior compreensão e respeito pelo sistema imunológico do corpo, aumenta a popularidade da homeopatia como um meio farmacológico básico de estimular as respostas imunes. As terapias médicas convencionais que basicamente tratam e suprimem sintomas serão aceitas pelo valioso papel que desempenham na assistência médica, mas não necessaria­mente como primeira opção de tratamento.

Por mais importantes que sejam os antibióticos no tratamento de infecções bacterianas, um número crescente delas está se tornando resistente aos antibióticos conhecidos. Os observado­res médicos em geral confirmam essa tendência no século XXI.

Inevitavelmente, serão desenvolvidos antibió­ticos novos e mais potentes, mas os meios farmacológicos complementares precisam desempenhar um papel de grande importância no controle e na cura das doenças infecciosas bacterianas, como também nas viroses.

A homeopatia oferece uma filosofia diferente, já que seus medicamentos não se destinam simplesmente a ser anti­bacterianos ou antiviróticos, e, sim, a estimular a resistência geral do indivíduo à infecção. Os medicamentos homeopáticos fortalecem o organismo de forma a torná-lo mais capaz de se defender, sem produzir os efeitos colaterais comumente expe­rimentados com os antibióticos. Tal tratamento proporciona uma abordagem mais ecológica da cura da doença infecciosa, pois ajuda a homeostase natural do corpo sem suprimir as respostas autoprotetoras inerentes ao organismo.
A homeopatia, na verdade, tornou-se popular nos USA e na Europa, em primeiro lugar, devido ao seu

êxito no tratamento de várias doenças infecciosas epidêmi­cas que grassavam no século XIX. Eu vejo os medi­camentos homeopáticos como parte integrante do trata­mento médico dos estados infecciosos. Sem dú­vida os antibióticos ainda serão habitualmente prescritos, mas serão usados com freqüência significativamente menor do que a de hoje.

A homeopatia tem sido utilizada para curar uma ampla variedade de estados agudos e crônicos. A homeopa­tia tem sido aplicada a vários problemas da ginecologia, obstetrícia, pediatria, e tratam de assuntos tais como distúrbios alérgicos, estados crônicos, medicina esportiva, transtornos psiquiátricos. Os bons resultados apresentados são uma forte argumentação a favor de como e por que os medicamentos homeopáticos estão se tornando o tratamento es­colhido por um crescente número de pacientes e profissionais da saúde.

A despeito da ampla aplicabilidade da homeopatia, de­ve-se enfatizar novamente que os medicamentos homeopá­ticos complementam a boa assistência médica. Em outras palavras, como os homeopatas são médicos formados, quase sempre seus processos de diag­nose são semelhantes ou idênticos aos dos médicos conven­cionais, na determinação do estado do paciente. Também podem consultar médicos especialistas adequados, na me­dida do necessário. Entretanto, os homeopatas constataram, a partir da experiência clínica, que seus medicamentos fre­qüentemente substituem as drogas convencionais e eliminam a necessidade de procedimentos médicos heróicos. Idealmente, os homeopatas estão usando o melhor da medicina conven­cional e o melhor das medicinas naturais para criar um tipo de assistência que está sendo um lugar-comum deste século XXI.

Um dos mais importantes aspectos da homeopatia é que ela inevitavelmente devolverá à medicina o conceito de cura. Os médicos e cientistas de hoje falam em tratar a doen­ça, em combater a enfermidade, em suprimir os sintomas e em controlar ou administrar "estados", negligenciando, freqüentemente, a referência à cura da pessoa. Recentemen­te, tem havido mais referências específicas, na literatura mé­dica convencional, à tentativa de restabelecer a homeostase como meio de restaurar a saúde. Esta sutil, porém importan­te mudança na linguagem significa uma mudança mais pro­funda na abordagem da cura, que está sendo adotada por um crescente número de médicos.

Por outro lado, os homeopatas falam em estimular as defesas do corpo, catalisar o sistema imunológico e aumen­tar a "força vital" - "Força vital" é o termo usado pelos homeopatas do século XIX para designar os processos gerais interligados energéticos e defensivos do organismo, a sabedoria inata do corpo para se proteger e se curar -, quando analisam virtualmente todos os pacientes. Como qualquer lingüista ou terapeuta dirá, as palavras que usamos não são fortuitas nem desprovidas de significado. A conceituação fundamental de saúde, doença e cura dos médicos convencionais e dos homeopatas é diferente. Esperemos que, à medida que a homeopatia se torne mais conhecida, um maior número de médicos convencionais redefina os pressupostos de seu trabalho.

Além de ajudar a redefinir saúde e cura, elucidando a diferença entre a supressão dos sintomas e a cura da doença. A homeopatia nos ajudará a readquirir o respeito pelos poderes de cura naturais do corpo e nos ensinará maneiras de aumen­tar a inteligência inata do corpo. Também proporcionará às pessoas um meio de desempenhar um papel ativo na pró­pria saúde e a estabelecer um relacionamento complemen­tar com os profissionais das áreas de saúde.


Suposições sobre a Medicina Contemporânea do Século XXI

Uma das melhores formas de entender a própria cul­tura é visitar outra. Há muitas coisas que tomamos por certas e por isso tendemos a presumir que os outros pensam, sentem e agem de maneira semelhante à nossa. Igualmente, as pes­soas habitualmente presumem que a maneira de pensar dos médicos convencionais sobre saúde, doença e práticas de cura é a única adequada. Esse "chauvinismo médico" diminui gran­demente quando se pode compará-lo a um modelo coerente e diferente de saúde, doença e cura. A medicina homeopá­tica fornece esse modelo.

Como a homeopatia fornece um modelo coerente dis­tinto da medicina convencional, capacita as pessoas a enten­der com maior clareza a medicina convencional. Embora este artigo não trate da medicina convencional, esperamos que os leitores psi também obtenham importantes esclarecimentos sobre a moderna medicina. Com esta nova e mais ampla visão de saúde, doença e cura, o "chauvinismo médico" que atual­mente impregna a cultura ocidental inevitavelmente dimi­nuirá e desaparecerá.
Vários conceitos acerca da medicina contemporânea do século XXI servem de base à nossa compreensão deste tema:

1. Apesar dos vários avanços da medicina, socraticamente ainda há muito mais a se saber.

2. A medicina precisa ser consideravelmente mais cien­tífica do que é atualmente. A medicina precisa não apenas entender melhor os detalhes de vários processos fisiológicos e psicológicos e de sua interação, mas precisa também com­preender mais plenamente a natureza da doença e da saúde.
Para atingir esse objetivo, os médicos deveriam lançar mão de todo o conhecimento de outras culturas e de diferentes escolas de pensamento da medicina.

3. Os médicos convencionais são compassivos e até herói­cos no esforço de mitigar a dor e o sofrimento, mas só sob certas circunstâncias os tratamentos médicos atuais realmente curam a doença. Embora, sem dúvida, haja exceções, o trata­mento médico contemporâneo geralmente alivia tempora­riamente os sintomas, mas não trata necessariamente dos pro­cessos que lhe dão origem.

4. Os efeitos colaterais das drogas não são realmente "colaterais", mas sim efeito direto integrante e muitas vezes previsível da droga sobre o organismo humano. As pessoas em geral supõem que os efeitos benéficos de uma droga sejam a sua atuação, e que os efeitos negativos sejam o que se chama de "efeitos colaterais". Na verdade, as drogas simples­mente têm efeitos, e nós distinguimos arbitrariamente os que preferimos dos outros.

5. O que era denominado medicina convencional há apenas quarenta anos atrás seria considerado primitivo hoje em dia, e a assistência médica de cem anos atrás seria hoje con­siderada bárbara. Da mesma forma, o que hoje chamamos de medicina convencional será considerado relativamente primitivo no futuro próximo, e provavelmente será consi­derado bárbaro no futuro mais distante. Uma vez admitida conscientemente essa perspectiva da evolução contínua da medicina, os médicos provavelmente não serão tão dogmáticos na exclusão de terapias não-convencionais que parecem não se encaixar nas teorias atuais sobre a saúde e a doença.

6. A medicina deste século XXI concentra-se em métodos que estimulam as respostas imunológicas e defen­sivas, e não em tratamentos basicamente anti-sintomáticos.

7. O controle e a supressão de sintomas por meios far­macológicos estão sendo utilizados neste século, mas em geral não mais como primeira opção de tratamento.

8. O tratamento de sintomas com drogas convencionais ou cirurgia será considerado "terapia radical", enquanto mé­todos mais seguros, que ajudam o corpo a se curar, serão con­siderados "tratamentos conservadores".

9. A medicina homeopática será o meio farmacológico básico de estimular as respostas imunológicas e defensivas.

10. A medicina "alternativa" não mais está sendo considerada "alternativa", e sim uma parte integrante de um sistema abran­gente de assistência médica.

11. Finalmente, já existe um modelo colaborativo de me­dicina, onde médicos e curadores de várias disciplinas atuam em conjunto, e onde os pacientes desempenham um papel mais ativo como parte integrante da equipe de assis­tência médica.

A melhor forma de prever o futuro da medicina é pra­ticá-lo. Como a homeopatia já vem sendo parte integrante desse futuro, o uso dos medicamentos homeopáticos é um importante passo para aproximar o futuro do presente.
Física Quântica Psi: Não estou sozinho na convicção de que a Consciência é um Fenômeno Quântico. Ignorar a Física Quântica hoje é viver fora de seu tempo. Ela representa a mudança paradigmática, que se não for a maior está 'por una cabeza' com Copérnico, Darwin, Marx, Freud, Wiener e Turing+von Neumann, cada qual com sua revolução própria. Niels Böhr disse que "quem não enlouqueceu com a Teoria Quântica, não pôde tê-la compreendido."
Princípios e conceitos atuais da homeopatia quântica

Resumo

A homeopatia é uma forma de tratamento em que são utilizados medicamentos que, em sua maioria, apresentam quantidade infinitesimal de droga ou de substância básica.
O Campo Eletro-Magnético (CEM) dos seres vivos, ou chamado em homeopatia de energia vital, é o ponto no qual a cura almejada pelo medicamento homeopático se baseia e os distúrbios causados no CEM são responsáveis por problemas ao nível fí­sico, emocional e mental do doente. Estes e outros aspectos (farmacotécnicos, farmacodinâmicos e clínicos) são ex­postos neste artigo no intuito de evidenciar de maneira sucinta o que é a medicina ho­meopática.

Palavras-chave: homeopatia, farmacotécnica, tratamento.


Introdução

A homeopatia se fundamenta no prin­cípio em que similia similibus curentur (semelhante cura semelhante), ou seja, uma substância que produz os mesmos sintomas da doença em pessoa sadia é utilizada para curar um enfermo com es­ta enfermidade(2, 4).

As manifestações clínicas das doen­ças, que podem ser físicas, emocionais e/ou mentais, na realidade são resul­tantes da luta do organismo contra o causador da doença (o estímulo morbígeno). Alguns agentes patológicos (bacté­rias, vírus), por exemplo, são termolá­beis, ou seja, sensíveis ao aumento da temperatura. Um dos mecanismos de defesa do organismo é a elevação da temperatura, como uma barreira ao agente agressor (apesar de em alguns ca­sos piorar o quadro infeccioso). Quando um alimento contaminado ou alguma substância indesejável é ingerida, o orga­nismo pode reagir produzindo vômito e/ou diarréia, sendo um esforço deste para eliminar aquilo que pudesse causar dano potencial à sua homeostasia (auto-equilíbrio).

Atualmente é proposto que o medica­mento homeopático estimule o organis­mo a curar-se restabelecendo a energia do campo eletromagnético (CEM), chamado genericamente no estudo ho­meopático de Energia Vital, que envolve cada indivíduo e que se encontra altera­do pelo estímulo morbígeno, impedindo que este estímulo tenha ação no orga­nismo. O medicamento utilizado deve possuir energia semelhante à qual foi afe­tada pelo estímulo morbígeno, porém em uma intensidade superior para que o CEM retome ao estado original de equi­líbrio.


O Campo Eletromagnético (CEM)

O organismo possui vários tipos de defesas e barreiras que são capazes de impedir ou pelo menos retardar a pene­tração dos estímulos morbígenos. A pele, barreira hemato-encefálica, placenta, sistema imunológico e energia vital (ou CEM) são exemplos de barreiras e siste­mas de defesa.

Atualmente já é inteiramente aceita a presença do CEM (aura, energia vital) e estas emanações quando sofrem distúr­bios podem interferir nos estados físico, emocional e mental. Através da fotogra­fia Kirlian, ou fotografia de aura, pode-se visualizar o CEM que é reproduzido por intermédio de cores, onde cada freqüên­cia é caracterizada por determinadas co­lorações.

O CEM é a defesa mais periférica do organismo e a primeira a ser atingida. Quando um estímulo morbígeno entra em contato com o indivíduo, seu CEM se al­tera e se ajusta tentando neutralizar a ação deste estímulo. Entretanto, se o in­divíduo estiver predisposto, ou seja, sus­cetível à ação do estímulo, esta barreira pode não suportar e, então, podem ocorrer mudanças em um ou mais níveis (físico, emocional e mental), dependen­do da intensidade do agressor e da resis­tência (equilíbrio) do CEM. Essas altera­ções são sinais do quanto o CEM está modificado. Quando à harmonia deste campo é restabelecida, a atuação do es­tímulo morbígeno cessa. Assim, a cura é alcançada e, além de tudo, a suscetibili­dade a uma nova investida do estímulo é diminuída pelo fortalecimento do CEM.


Dinamização e Potências

Para melhor compreender a forma de atuação dos medicamentos homeopáti­cos é essencial conhecer a maneira co­mo são preparados. Os princípios bási­cos desta técnica são as diluições segui­das de dinamizações(5).

Partindo-se de substâncias ativas ou não dos reinos animal, vegetal ou mine­ral, pode-se preparar os medicamentos pela escala decimal (D ou X), onde uma parte da substância básica (soluto) é diluída com nove partes do veículo (solvente), e pela escala centesimal (C ou CH), onde uma parte da substância básica é diluída com 99 partes do veículo. Quando as subs­tâncias são solúveis no veículo que é uma mistura de água e álcool (normalmente álcool 70%) todo processo é realizado em meio líquido. Porém, quan­do a substância é insolúvel neste solven­te deve-se triturá-Ia e diluí-Ia com lacto­se até que se torne solúvel, para então se trabalhar em meio líquido.

Basicamente as duas escalas são iguais, sendo unicamente diferenciadas pelo grau de diluição. Por exemplo, na escala centesimal, após a diluição, bate-se o frasco cem vezes con­tra um anteparo (sucussões) obtendo-se a primeira centesimal ou 1C ou C1. Pega-se uma parte desta solução e acrescenta­-se 99 partes da mistura água-álcool e novamente procede-se as cem sucus­sões, obtendo-se a 2C. O processo con­tinua até a potência desejada.

O medicamento vai tornando-se cada vez mais potente, provavelmente devido às sucussões à medida que as diluições sucessivas ocorrem e, conseqüentemen­te, a quantidade de matéria, referente a substância básica, vai diminuindo. Quan­do o medicamento atinge a potência 12C (C12) ou 30D a probabilidade estatística de que alguma molécula do(s) princípio(s) ati­vo(s) da substância básica seja encon­trada é desprezível e o que efetivamente atua nestes medicamentos é somente a energia que foi potencializada. Fato comprovado pelo Número (ou Constante) de Avogrado.


Mecanismo Putativo do Medicamento Homeopático

Todas as substâncias (animal, vegetal e mineral) possuem um CEM caracterís­tico. A dinamização faz com que haja um aumento da energia destes campos levando os medicamentos ho­meopáticos a serem mais ativos no CEM do organismo.

O CEM que cada substância possui pode interagir com uma parte semelhan­te do campo do indivíduo. Para melhor poder visualizar este efeito, pode-se imaginar um violino sendo tocado. Ele está emitindo ondas sonoras (energia) e quando é tocado em uma freqüência de oscilação igual a das moléculas de uma taça de cristal, esta se quebra, já que as ondas emitidas pelo violino fazem com que a taça entre em ressonância vibrando. Co­mo o cristal é um corpo rígido e frágil, não suporta este movimento vibracional que suas moléculas adquiriram.

A energia cinética fornecida aos me­dicamentos homeopáticos através das sucussões é capaz de amplificar o CEM destes. Quando se administra um medi­camento com energia superior e seme­lhante em freqüência a do CEM do indi­víduo que se encontrava alterada, estas freqüências irão entrar em ressonância com as do medicamento e assim retor­narão à frequência correta.

Hoje já há indícios de que quando di­namiza-se o medicamento homeopáti­co, cada substância básica de origem irá produzir um certo tipo de alteração nas ligações, antes chamada de ponte de hi­drogênio e atualmente de ligação hidro­gênio, entre o veículo água-álcool ou a lactose quando a substância for insolú­vel. Estas ligações hidrogênio são forças intermoleculares relativamente fortes, principalmente pela grande quantidade existente, produzidas pela atração que o oxigênio exerce sobre o hidrogênio fa­zendo com que uma molécula de água ou álcool se unam por intermédio destes dois elementos químicos. Mes­mo ultrapassando a potência 12C (C12), quan­do praticamente não há substância origi­nal presente, estas alterações se tornam cada vez mais intensas. Tais variações podem ocorrer pela diminuição no tama­nho da ligação, mudança da angulação, na atração, no número e no agrupamen­to das moléculas(6). Há possibilidade de uma grande multiplicidade de modifica­ções nestas ligações, cada uma delas produzindo uma energia amplificada da substância de origem.


Manifestações e Aspectos Clínicos

Hipoteticamente, a medicina do futu­ro poderá filmar e analisar o CEM (pelo Método Kirlian) e com aparelhos apro­priados fornecer a energia correta para restabelecer o equilíbrio deste campo sem a necessidade da administração de medicamentos, já que o mal poderia ser eliminado antes dos sintomas clínicos serem evidentes. Porém, na época em que surgiu a homeopatia até hoje, os mé­todos utilizados para verificar as altera­ções do CEM são os sinais que este dei­xa transparecer pelas modificações físi­cas, emocionais e mentais do indivíduo. Torna-se muito difícil encontrar o medi­camento ideal, ou seja, aquele que tenha realmente semelhança ao desequilíbrio causado pela patologia. Assim mesmo, os resultados obtidos são muito bons.

O médico homeopata faz um estudo do paciente relacionado às alterações observadas nos três níveis (físico, emo­cional e mental) e escolhe um medica­mento que foi capaz de produzir, em tes­tes com pessoas saudáveis, o maior nú­mero de anormalidades similares àque­las sofridas pelo paciente(3). Por isso é co­mum e desejável, sendo este último fator discutível, que ocorra certo agrava­mento dos sintomas no início do trata­mento, pois se está administrando um medicamento semelhante ao quadro sintomatológico observado que atuaria co­mo um reforço ao CEM em sua ação contra o estímulo morbígeno. Por este mé­todo, o homeopata elege o medicamen­to que possui energia equivalente à que a enfermidade alterou no CEM do pa­ciente, podendo-se notar com isto que dificilmente duas pessoas com a mesma doença irão tomar o mesmo medica­mento, já que se deve atentar, também às mudanças mentais e emocionais. A visão somente dos sintomas clínicos não leva à cura e sim a um efeito paliativo, pois a totalidade das alterações não foram analisadas(7, 8).

Na homeopatia o indivíduo é visto co­mo uma totalidade constituída de corpo, cognição e emoções (ou, corpo, mente e espírito), tudo isso estando in­terligado pelo CEM. Para se conseguir a cura absoluta é necessário o restabele­cimento do equilíbrio nos três níveis. Um exemplo desta inter-relação de níveis é o medo (emocional), podendo causar pro­blemas gastrointestinais (náusea, diar­réia), sudorese e aumento do número de batimentos cardíacos devido principalmente a dis­túrbios na homeostase do sistema ner­voso autônomo (simpático e parassim­pático).

Um pro­blema ao nível espiritual afeta muito mais a vida do indivíduo do que o emocional e este mais do que o físico, dependendo da gravidade de cada um. À medida que a doença avança, ela "sobe" do nível físico para emocional e mental geralmen­te, e o processo de cura é inverso ao cen­tro de gravidade e se desloca do mental para o emocional e, finalmente, para o físico.

De acordo com este raciocínio, a maioria dos tratamentos da medicina tra­dicional (alopatia) são supressores, não permitindo ao organismo uma reação e posterior eliminação do estímulo morbí­geno, causando problemas mais sérios pelo agravamento ("aprofundamento") da doença, isto é, pode haver um deslo­camento do "centro de gravidade" da moléstia para um nível mais interno e pe­rigoso. Um exemplo muito comum é a supressão de um eczema, onde mais adiante é desenvolvida uma rinite alérgi­ca que também é suprimida por drogas, podendo vir a se transformar em uma bronquite asmática. Os efeitos colaterais dos medicamentos alopáticos são as reações do organismo em resposta a agressão causada no CEM por estes, além das comprovadas reações quimio­farmacológicas destes agentes.


Considerações finais

Os indivíduos que entram em contato com os agentes patológicos e não adoe­cem deveriam ser mais intensamente es­tudados por pesquisadores e cientistas, pois além das barreiras fisiológicas conhecidas para instalação da doença (bom sistema imune, falta de substrato bioquímico, não concomitância de ou­tra patologia, integridade tissular etc.), um CEM fortalecido ou em equilí­brio é minimamente afetado por pertur­bações internas ou externas, enquanto que o predisposto é um alvo fácil para as investidas do estímulo morbígeno devido à enfraquecida (não equilibrada) situação da sua primeira barreira de defesa, o CEM.


Referências bibliográficas

1. Costa R.A. - Homeopatia Atualizada. Petrópolis: Ed. Vozes, 3a ed. 1988, 274p.

2. Eizayaga, F.X. - Tratado de Medicina Homeopá­tica. Buenos Aires: Ed. Marecel, 3a ed. 1992, 399pp.

3. Hahnemann, S. - Organon da Arte de Curar. São Paulo: Ed. Benoit Mure, 6a. ed. 1992, 576p.

4. Kent, J.T. - Filosofia Homeopática. Madri: Casa Edito­rial Bailly Bailieres, 1926, 339p.

5. Silva, J.B. - Farmacotécnica Homeopática Simplificada. Rio de Janeiro: Imprinta, 1977, 231p.

6. Torres, F.S. - Datos Experimentales de Ia Teoria Homeopática-Electrónica. (Comunicação Pes­soal). 1978.

7. Tyler, M.C.- Curso de Homeopatia. Rio de Janeiro: Ed. Homeo­pática Brasileira, 1965, 291 p.

8. Vithouskas, G. - The Science of Homeopathy. Nova Iorque: Grave Press Inc., 1980, 436pp
 
*Adalberto Tripicchio

neuropsiquiatra - logoterapeuta
mestre, doutor e pós-doc em filosofia
Rua Joaquim Antunes, 767 12ºand cj 123
Jardim América  São Paulo-SP 05415-012  tel 55 11 3082 7565
********************************
PhD em Medicina pela University of London Institute
http://www.ulalumni.com/2008/10/adalberto-tripicchio-phd-homologado.html
Neurologista e Psiquiatra pela Univ. Paris VII - Dennis Diderot - Sorbonne
Medicina Legal e Homeopatia pela Univ. Paris VII - Dennis Diderot - Sorbonne
PhD em Filosofia pela Harvard University
PhD em Teologia pela University of Chicago
Pós LS Neurociências pelo IB/USP
Pós LS Física das partículas elementares pelo IF/USP
Membro do Viktor Frankl Institute Vienna
Docente da B.I. Foundation Fund. Getúlio Vargas/Columbia Univ. of New York City
http://www.biinternational.com.br/bi-corpo-docente-adalberto-tripicchio.php
Administrador do Portal RedePsi http://www.redepsi.com.br/adalbertotripicchio
Administrador do Portal Órion http://www.orion.med.br
Fundador e Ex-Presidente da Sociedade Szondiana Brasileira Schicksalsanalyse
Fundador da Associação Brasileira de Análise e Terapia Existencial Daseinsanalyse
Fundador do Centro de Estudos Avançados em Neurofilosofia Aplicada - CEANA
Músico em http://www.youtube.com/tripicch


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